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1º ANIVERSÁRIO DO COMPLEXO HOSPITALAR PEDRO MARIA TONHA "PEDALÉ"

Governo 19-10-2026
MINSA PROMOVE FORMAÇÃO SUPERIOR DE 120 PROFISSIONAIS DE SAÚDE NUM MARCO DE VALORIZAÇÃO DOS QUADROS NACIONAIS

Iniciativa do PFRHS, em parceria com a Universidade Privada de Angola (UPRA), disponibiliza 120 vagas de licenciatura em Nutrição e Terapia da Fala, proporcionando novas oportunidades de qualificação académica e reforçando as competências dos profissionais do Sistema Nacional de Saúde

O Ministério da Saúde (MINSA), através da Unidade de Implementação do Projecto de Formação de Recursos Humanos em Saúde (UIP-PFRHS), está a promover a formação superior de 120 profissionais de saúde, admitidos nos cursos de licenciatura em Nutrição e Terapia da Fala, na Universidade Privada de Angola (UPRA), no ano académico 2026/2027.

A iniciativa representa um importante passo na valorização dos quadros nacionais, ao proporcionar oportunidades de acesso ao ensino superior a profissionais que, apesar das suas responsabilidades diárias na assistência sanitária, procuram continuar a estudar, aprofundar conhecimentos e desenvolver competências especializadas para melhorar a qualidade dos cuidados prestados à população.
Do total de beneficiários, 60 frequentam a licenciatura em Nutrição e outros 60 a licenciatura em Terapia da Fala, duas áreas relevantes para a prevenção de doenças, a recuperação dos pacientes e o reforço da assistência diferenciada nas unidades sanitárias do País.

No dia 15 de Outubro, a Coordenação da UIP-PFRHS recebeu três profissionais do Instituto Hematológico Pediátrico Dra. Victória do Espírito Santo, beneficiários desta iniciativa, num encontro destinado a acompanhar os seus percursos formativos, conhecer as suas expectativas e identificar os desafios associados à frequência do ensino superior.
A reunião foi presidida pelo coordenador e gestor técnico da UIP-PFRHS, Prof. Job Monteiro, e contou com a participação de Dr. Adão Chimuanji, consultor da Unidade, e da Dra. Isabel Gria, especialista de Salvaguardas Ambientais, bem como a especialista de comunicação, informação e gestão do conhecimento.
Durante o encontro, foram abordadas questões relacionadas com a conciliação das actividades académicas com as responsabilidades profissionais, bem como a importância do acompanhamento institucional para favorecer a continuidade e o sucesso da formação.

A Coordenação do Projecto destacou, neste contexto, a necessidade de reforçar a articulação entre a UIP-PFRHS, as unidades sanitárias e as instituições de ensino superior, de modo a facilitar a identificação de soluções para os desafios apresentados pelos beneficiários e assegurar melhores condições para o aproveitamento académico.

Entre os beneficiários encontra-se Angelina João Lopes, técnica média de Enfermagem do Instituto Hematológico Pediátrico Dra. Victória do Espírito Santo, admitida à licenciatura em Nutrição, que considera esta oportunidade um marco importante no seu percurso pessoal, académico e profissional.
Visivelmente satisfeita com a possibilidade de prosseguir os estudos, a profissional recorda que concluiu a formação média em 2002 e que, desde então, aguardava uma oportunidade para ingressar no ensino superior.
“Depois de 22 anos, é de agradecer”, afirmou, manifestando a sua gratidão a Deus e à Ministra da Saúde, Dra. Sílvia Lutucuta, pela oportunidade concedida aos profissionais do sector.

Para Angelina João Lopes, a formação em Nutrição representa mais do que a concretização de uma aspiração académica: constitui uma oportunidade de adquirir conhecimentos que poderão ser aplicados directamente no seu local de trabalho, particularmente no acompanhamento nutricional de crianças com doenças hematológicas.
A profissional pretende reforçar a educação alimentar dirigida aos pais e encarregados de educação, contribuindo para uma melhor compreensão da importância da alimentação adequada no acompanhamento e na recuperação dos pacientes.
“Escolhi o curso de Nutrição para ter mais conhecimento nesta área. Uma vez que trabalhamos num hospital de hematologia, queremos dar mais educação aos pais sobre como devem controlar a alimentação dos nossos pacientes”explicou.

A beneficiária sublinhou ainda a importância da iniciativa para os trabalhadores que, por diferentes razões, não conseguiram prosseguir os estudos após a conclusão do ensino médio.
Na sua mensagem aos colegas e demais beneficiários, apelou ao compromisso, à dedicação e ao aproveitamento responsável da oportunidade.
“Devemos ter garra e força, dedicarmo-nos, porque esta oportunidade é difícil. Se conseguimos, temos de aplicar os conhecimentos, ter vontade e dedicar-nos muito, defendeu.
Outra beneficiária, Yúri Francisco António, também profissional do Instituto Hematológico Pediátrico, integra o grupo de quadros que beneficiam desta oportunidade de formação superior, com perspectivas de crescimento académico e profissional.
Os percursos destes profissionais evidenciam a importância de investir na qualificação dos trabalhadores do sector da Saúde, criando condições para que possam actualizar conhecimentos, adquirir novas competências e contribuir para a melhoria contínua dos serviços prestados à população.
Na área da Nutrição, a formação especializada poderá reforçar a capacidade de acompanhamento alimentar dos pacientes, com particular relevância para crianças que necessitam de cuidados diferenciados. Por sua vez, a licenciatura em Terapia da Fala permitirá desenvolver competências importantes para a avaliação e intervenção nas dificuldades de comunicação e nas alterações da fala e da linguagem.
A aposta nestas áreas contribui, assim, para ampliar as capacidades técnicas dos profissionais e promover uma assistência mais especializada, humanizada e orientada para as necessidades dos utentes.

A formação dos 120 profissionais enquadra-se na colaboração institucional entre o Ministério da Saúde, o Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação e a Universidade Privada de Angola, visando ampliar as oportunidades de acesso à formação superior e reforçar a qualificação dos recursos humanos do sector.
A iniciativa demonstra a importância de articular a formação académica com as necessidades concretas do Sistema Nacional de Saúde, permitindo que profissionais com experiência prática nas unidades sanitárias aprofundem os seus conhecimentos e os apliquem no exercício das suas funções.
Para os beneficiários, a oportunidade representa também um incentivo à aprendizagem contínua, à progressão académica e à valorização profissional, com potencial para produzir benefícios que ultrapassam o percurso individual de cada estudante e se reflectem na qualidade da assistência prestada aos cidadãos.

O Projecto prevê que 80% da formação decorra em Angola e 20% no estrangeiro, privilegiando o desenvolvimento de competências, o reforço da capacidade técnica nacional e a valorização dos profissionais que asseguram diariamente o funcionamento do Sistema Nacional de Saúde.

Fonte: GTICI – MINSA/UIP-PFRHS, Luanda, 16 de Outubro de 2026.

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO DO MINSA
Governo 19-10-2026
ANGOLA DESTACA AVANÇOS NA EXPANSÃO DA REDE SANITÁRIA, NA SAÚDE MATERNO-INFANTIL E NO COMBATE AO VIH/SIDA EM GENEBRA

Na 93.ª sessão do Comité para a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres (CEDAW), o Executivo angolano apresenta resultados na expansão dos serviços de saúde, na formação de 38 mil profissionais até 2028 e na redução da transmissão do VIH de mãe para filho, de 26% para 14%

Angola apresentou os principais avanços, medidas e desafios do Sistema Nacional de Saúde na 93.ª sessão do Comité para a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres (CEDAW), que decorre no Palácio das Nações Unidas, em Genebra, Suíça, com destaque para a expansão da rede sanitária, o reforço dos recursos humanos, a melhoria dos cuidados de saúde materno-infantil e o combate ao VIH/SIDA.
Durante a sessão, o secretário de Estado para a Saúde Pública, Dr. Carlos Alberto Pinto de Sousa, apresentou as medidas implementadas pelo Executivo angolano para ampliar o acesso aos serviços de saúde, melhorar a qualidade da assistência e promover cuidados mais inclusivos, com particular atenção às mulheres, às crianças e às pessoas em situação de vulnerabilidade.
Desde 2017, o número de unidades sanitárias em Angola aumentou de 2.621 para 3.348, das quais cerca de 80% estão vocacionadas para os cuidados de saúde primários. A evolução reflecte o alargamento da capacidade de atendimento e o esforço de aproximação dos serviços de saúde às comunidades.
Para reforçar este nível de assistência, está em curso um programa de financiamento de 110 milhões de dólares, em parceria com o Banco Mundial, que abrange 100 hospitais municipais. O Executivo prevê igualmente a construção de mais 300 unidades de cuidados de saúde primários, associada à integração de serviços de planeamento familiar e ao reforço das acções de informação e sensibilização comunitária.
Estas intervenções visam ampliar a cobertura sanitária, melhorar a capacidade de resposta das unidades de saúde e facilitar o acesso da população aos cuidados essenciais, sobretudo nas comunidades com maiores dificuldades de acesso aos serviços.
No domínio da saúde materno-infantil, Angola aposta num pacote integrado de cuidados que contempla o acompanhamento pré-natal, a assistência ao parto e no período pós-parto, a vacinação, os cuidados neonatais e a resposta às emergências obstétricas.
A abordagem envolve diferentes sectores do Executivo e parceiros internacionais, com o objectivo de melhorar a qualidade da assistência prestada às mulheres e aos recém-nascidos, reforçar a continuidade dos cuidados e contribuir para a redução da mortalidade materna e infantil.

A expansão destes serviços assume particular importância na promoção dos direitos das mulheres, na prevenção de complicações durante a gravidez e o parto e na garantia de cuidados de saúde seguros e atempados.
A formação e a valorização dos recursos humanos constituem outro eixo estratégico apresentado por Angola. O país estabeleceu a meta de formar 38 mil profissionais de saúde até 2028, abrangendo médicos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico e terapêutica e profissionais dos regimes geral e de apoio hospitalar.
Segundo os dados apresentados na sessão, 22.018 profissionais já foram capacitados, contribuindo para o reforço das competências técnicas e profissionais do sector e para a melhoria da capacidade de resposta do Sistema Nacional de Saúde.
O investimento na qualificação dos profissionais é fundamental para acompanhar a expansão da rede sanitária, melhorar a qualidade dos serviços prestados e garantir uma assistência mais adequada às necessidades da população.
No combate ao VIH/SIDA, um dos resultados destacados foi a redução da taxa de transmissão vertical, de mãe para filho, de 26% para 14%, evidenciando progressos na prevenção da transmissão da infecção durante a gravidez, o parto e a amamentação.
Entre as medidas adoptadas estão a expansão dos serviços de diagnóstico e tratamento, o reforço da capacidade laboratorial para a avaliação da carga viral e a implementação do diagnóstico precoce da infecção em crianças expostas ao VIH.
Os serviços de atendimento e tratamento antirretroviral também registaram uma expansão significativa, passando de três unidades para mais de 800 em todo o território nacional. Esta evolução permite ampliar a disponibilidade dos cuidados e facilitar o acesso ao acompanhamento clínico das pessoas que vivem com VIH.
Apesar dos progressos, a continuidade dos investimentos na prevenção, no diagnóstico precoce e no acesso ao tratamento permanece essencial para consolidar os resultados alcançados e reduzir o impacto da epidemia.
Relativamente ao planeamento familiar, o Governo reafirmou o compromisso com a disponibilização gratuita de métodos contraceptivos na rede sanitária pública.
Contudo, as barreiras culturais e comportamentais continuam a condicionar a utilização destes serviços, reforçando a necessidade de intensificar as acções de informação, educação e sensibilização das comunidades, de modo a promover escolhas informadas e o acesso aos serviços de saúde sexual e reprodutiva.
A inclusão das pessoas com deficiência integra igualmente as prioridades apresentadas por Angola. Neste domínio, estão previstas medidas para melhorar a acessibilidade nas novas infra-estruturas sanitárias, incluindo rampas de acesso, corredores e instalações adaptadas, sinalética acessível e a implementação do sistema Braille no Caderno de Saúde Materno-Infantil.
Estas iniciativas procuram reduzir as barreiras físicas e comunicacionais no acesso aos cuidados de saúde e promover um atendimento mais inclusivo, respeitador da dignidade e dos direitos de cada cidadão.

A participação de Angola na 93.ª sessão do CEDAW constitui uma oportunidade para apresentar os progressos alcançados, partilhar as medidas em curso e reconhecer os desafios que persistem na promoção dos direitos das mulheres, particularmente no acesso à saúde, aos serviços de saúde sexual e reprodutiva e aos cuidados materno-infantis.
Os indicadores apresentados evidenciam áreas de evolução do Sistema Nacional de Saúde, ao mesmo tempo que reforçam a importância de prosseguir os investimentos na expansão da rede sanitária, na formação de profissionais, na prevenção de doenças e na melhoria da qualidade dos cuidados.
Com estas medidas, o Executivo angolano reafirma o compromisso de fortalecer o Sistema Nacional de Saúde, ampliar a cobertura dos serviços e promover uma assistência mais acessível, equitativa e inclusiva, contribuindo para a protecção da saúde e a melhoria da qualidade de vida da população.

Fonte: GTICI — Ministério da Saúde, Genebra, Suíça, 16 de Outubro de 2026.

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO DO MINSA
Governo 09-10-2026
EXECUTIVO REFORÇA CAPACIDADE NACIONAL DE ASSISTÊNCIA OFTALMOLÓGICA

IONA realizou mais de 97 mil consultas em 2025 e reduziu em mais de 90% as evacuações para o exterior

O Executivo Angolano, através do Ministério da Saúde, está a reforçar a capacidade nacional de resposta às doenças oculares, com investimentos na formação de profissionais, modernização dos serviços, inovação tecnológica e expansão da assistência oftalmológica às diferentes regiões do país.
A informação foi avançada nesta Quinta-feira, 8 Outubro, pelo Secretário de Estado para a Saúde Pública, Dr. Carlos Alberto Pinto de Sousa, em representação de Sua Excelência Ministra da Saúde, Dra. Sílvia Paula Valentim Lutucuta, durante a abertura do 2.º Congresso do Instituto Oftalmológico Nacional de Angola (IONA), que decorre no ENAPP, em Luanda.
Subordinado ao tema “Inovação, Tecnologia e Acesso à Saúde Ocular”, com o lema “Inovar para Ver Melhor”, o Congresso teve início hoje e termina amanhã, 9 de Outubro, reunindo especialistas nacionais e internacionais de Angola, República da Gâmbia, República Federativa do Brasil e França.

O encontro promove a partilha de conhecimentos e experiências sobre diagnóstico, tratamento, novas tecnologias, técnicas cirúrgicas, inteligência artificial, telemedicina e outras abordagens aplicadas à Oftalmologia.
Ao intervir no acto, o Secretário de Estado destacou os resultados alcançados pelo IONA. Em 2025, o Instituto realizou 97.723 consultas, enquanto, no primeiro semestre de 2026, foram observados 56.687 doentes.
Entre os avanços registados estão o tratamento do retinoblastoma, a realização de procedimentos de crosslinking para o tratamento de ectasias da córnea, como o queratocone, e a execução de cirurgias oftalmológicas complexas em Angola.
Como resultado do aumento da capacidade de resposta interna, o IONA conseguiu reduzir em mais de 90% as evacuações de doentes para o exterior, particularmente nos casos de cirurgias complexas de catarata.
“Estes resultados demonstram que investir na formação dos profissionais, na modernização dos serviços, na tecnologia e no fortalecimento da capacidade nacional constitui um caminho fundamental para garantir uma assistência especializada de maior qualidade”, afirmou Carlos Alberto Pinto de Sousa.

Desde 2023, o IONA realiza também campanhas de rastreio visual e cirurgias de catarata em diferentes províncias, permitindo levar serviços especializados para mais próximo das populações.
A expansão da assistência especializada tem sido acompanhada pelo investimento na formação dos recursos humanos para a saúde.
No âmbito do Projecto de Fortalecimento dos Recursos Humanos para a Saúde (PFRHS), cerca de 16 médicos deverão concluir, em 2026, a especialização e o mestrado em Optometria e Visão.
Para 2027, está prevista a conclusão da formação pós-média de 89 técnicos de enfermagem. Entre 2027 e 2029, os programas de fellowship no exterior e as especializações deverão reforçar a disponibilidade de profissionais com competências de subespecialização.
A estratégia combina formação especializada, qualificação de técnicos, capacitação de curta duração e formação avançada no exterior, contribuindo para a sustentabilidade da resposta do Sistema Nacional de Saúde.

Realizado no âmbito do Dia Mundial da Visão, assinalado a 8 de Outubro, o Congresso constitui igualmente uma oportunidade para reforçar a sensibilização sobre a prevenção da cegueira, o diagnóstico precoce e o acesso aos cuidados de saúde ocular.

Para o Ministério da Saúde, inovar significa não apenas adoptar novas tecnologias, mas também melhorar a organização dos serviços, fortalecer a investigação, qualificar os profissionais e promover a cooperação técnico-científica.
A participação de especialistas estrangeiros permite, neste contexto, aprofundar a troca de experiências e promover a transferência de conhecimento e tecnologia para Angola.
Com o 2.º Congresso, o Instituto Oftalmológico Nacional de Angola reafirma o compromisso com a excelência, a inovação e a melhoria da qualidade dos cuidados, contribuindo para uma assistência oftalmológica mais moderna, acessível e orientada para as necessidades dos cidadãos.

Fonte: GTICI/ IONA- Ministério da Saúde, Luanda, 8 de Outubro de 2026

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO DO MINSA
Governo 02-10-2026
ATENÇÃO, ANGOLA: MINSA ADIA ARRANQUE DA CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO

Campanha contra a pólio, sarampo e febre amarela, inicialmente prevista para 8 a 12 de Outubro, terá nova data a anunciar oportunamente

O Ministério da Saúde informa à população que o arranque da Campanha Nacional Integrada de Vacinação contra a Poliomielite, o Sarampo e a Febre Amarela, inicialmente previsto para o período de 8 a 12 de Outubro de 2026, foi adiado.

A nova data para a realização da campanha será anunciada oportunamente pelo Ministério da Saúde, através dos seus canais oficiais.

A campanha prevê a mobilização de 18.201 equipas de vacinação em todo o território nacional, com o objectivo de reforçar a protecção de milhões de crianças contra doenças preveníveis pela vacinação e contribuir para a interrupção da transmissão da poliomielite, bem como para a prevenção do sarampo e da febre amarela.

A operação contempla a administração das vacinas contra a Poliomielite (nOPV2 e fIPV), Sarampo-Rubé (SR) e Febre Amarela (FA), através de brigadas de vacinação porta-a-porta, postos fixos e postos avançados.

O Ministério da Saúde apela aos pais e encarregados de educação, líderes comunitários e à população em geral para que acompanhem atentamente as informações divulgadas pelos canais oficiais e aguardem as novas orientações sobre o início da campanha.

O MINSA agradece a compreensão e a colaboração de todos e reafirma o seu compromisso com a protecção da saúde das crianças e o reforço das acções de prevenção e controlo das doenças evitáveis pela vacinação.

VACINAR É PROTEGER.
VACINAR É PREVENIR.

Fonte: GTICI – Ministério da Saúde, Luanda, 2 de Outubro de 2026.

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO DO MINSA

minsa.gov.ao Ministro(a)

Sílvia Paula Valentim Lutucuta



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