Notícias



Clique para assistir o vídeo!

1º ANIVERSÁRIO DO COMPLEXO HOSPITALAR PEDRO MARIA TONHA "PEDALÉ"

Governo 02-10-2026
ATENÇÃO, ANGOLA: MINSA ADIA ARRANQUE DA CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO

Campanha contra a pólio, sarampo e febre amarela, inicialmente prevista para 8 a 12 de Outubro, terá nova data a anunciar oportunamente

O Ministério da Saúde informa à população que o arranque da Campanha Nacional Integrada de Vacinação contra a Poliomielite, o Sarampo e a Febre Amarela, inicialmente previsto para o período de 8 a 12 de Outubro de 2026, foi adiado.

A nova data para a realização da campanha será anunciada oportunamente pelo Ministério da Saúde, através dos seus canais oficiais.

A campanha prevê a mobilização de 18.201 equipas de vacinação em todo o território nacional, com o objectivo de reforçar a protecção de milhões de crianças contra doenças preveníveis pela vacinação e contribuir para a interrupção da transmissão da poliomielite, bem como para a prevenção do sarampo e da febre amarela.

A operação contempla a administração das vacinas contra a Poliomielite (nOPV2 e fIPV), Sarampo-Rubé (SR) e Febre Amarela (FA), através de brigadas de vacinação porta-a-porta, postos fixos e postos avançados.

O Ministério da Saúde apela aos pais e encarregados de educação, líderes comunitários e à população em geral para que acompanhem atentamente as informações divulgadas pelos canais oficiais e aguardem as novas orientações sobre o início da campanha.

O MINSA agradece a compreensão e a colaboração de todos e reafirma o seu compromisso com a protecção da saúde das crianças e o reforço das acções de prevenção e controlo das doenças evitáveis pela vacinação.

VACINAR É PROTEGER.
VACINAR É PREVENIR.

Fonte: GTICI – Ministério da Saúde, Luanda, 2 de Outubro de 2026.

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO DO MINSA
Governo 02-10-2026
MINSA ABRE OUTUBRO ROSA E REFORÇA APELO AO DIAGNÓSTICO PRECOCE DO CANCRO DA MAMA

Campanha nacional coloca prevenção, diagnóstico atempado e acesso aos cuidados no centro da resposta contra uma doença que continua a afectar mulheres e famílias angolanas

O Ministério da Saúde (MINSA), através do Instituto Angolano de Controlo do Cancro (IACC), abriu, Quinta-feira, 1 de Outubro, as actividades do Outubro Rosa, mês internacionalmente dedicado à sensibilização, prevenção, diagnóstico precoce e reforço da luta contra o cancro da mama.

Sob o lema da prevenção e do diagnóstico atempado, a iniciativa pretende mobilizar os diferentes sectores da sociedade para uma resposta cada vez mais integrada à doença, reforçando a informação, a educação para a saúde e a procura precoce pelos serviços sanitários.

O acto de abertura foi presidido pela Directora Nacional dos Hospitais, Dra. Francisca Kifica, que destacou a necessidade de transformar o Outubro Rosa num movimento permanente de promoção da saúde e de protecção da vida, aproximando a informação e os serviços de saúde das comunidades.

Durante a intervenção, a responsável sublinhou que a campanha não deve limitar-se a uma celebração simbólica, mas constituir uma oportunidade para fortalecer a prevenção, combater o medo e o estigma e incentivar a população, particularmente as mulheres, a conhecer o próprio corpo e a procurar assistência médica perante qualquer alteração suspeita.

“Aos nossos parceiros e à imprensa, a informação é uma ferramenta poderosa. Devemos combater juntos o medo, o estigma, os mitos e a desinformação que, muitas vezes, atrasam a procura pelos serviços de saúde. O Outubro Rosa é, acima de tudo, um apelo à vida, à prevenção, ao diagnóstico precoce e à solidariedade”, afirmou.

A Directora Clínica do Instituto Angolano de Controlo do Cancro, Dra. Isabel Sales, chamou a atenção para os desafios associados ao diagnóstico tardio.

Segundo a responsável, o IACC regista mais de 500 casos de cancro da mama, sendo que cerca de 90% das doentes chegam à unidade hospitalar em estado bastante avançado, situação que condiciona as possibilidades terapêuticas e os resultados clínicos.

“Em termos de cancro da mama, o nosso país tem mais de 500 casos verificados e cerca de 90% chegam ao hospital em estado bastante avançado”, explicou.

A especialista salientou que o diagnóstico precoce aumenta as possibilidades de tratamento e de cura, apelando ao reforço das acções de informação e sensibilização, para que a população reconheça os sinais de alerta e procure assistência médica o mais cedo possível.

A responsável alertou ainda que, embora o cancro da mama seja mais frequente a partir dos 40 anos, também têm sido identificados casos em pessoas mais jovens. O histórico familiar constitui igualmente um factor a ter em consideração, podendo estar associado a um risco acrescido e ao aparecimento da doença em idades mais precoces.

Neste sentido, o Ministério da Saúde apela à população para estar atenta aos sinais e sintomas, nomeadamente ao aparecimento de caroço ou outras alterações na mama, devendo qualquer alteração suspeita motivar a procura de uma unidade sanitária.

A Dra. Isabel Sales esclareceu ainda que o cancro da mama não é uma doença exclusivamente feminina. Embora seja muito menos frequente nos homens, representando cerca de 1% dos casos, também pode ocorrer no sexo masculino.

“Os sinais que podem estar presentes no cancro da mama são igualmente importantes para homens e mulheres. Se alguém notar qualquer alteração, independentemente do sexo, deve procurar os serviços de saúde”, asseverou.

A abertura do Outubro Rosa contou com a participação de profissionais do IACC, do Gabinete de Ética e Humanização do Ministério da Saúde, voluntários e parceiros, entre os quais a Semana Rosa Angola, a Fundação Mulher Contra o Cancro da Mama e a Liga Angolana Contra o Cancro da Mama.

A iniciativa reforça a importância da articulação entre o sector da Saúde, parceiros sociais, organizações da sociedade civil, profissionais de saúde e meios de comunicação social na construção de uma cultura nacional de prevenção.

Ao lançar oficialmente o Outubro Rosa, o Ministério da Saúde reafirma o compromisso do Executivo com o reforço da prevenção, do diagnóstico precoce, do tratamento e do acompanhamento dos casos de cancro da mama, colocando a informação e a procura atempada pelos serviços de saúde como instrumentos fundamentais para salvar vidas.

Mais do que uma campanha de um mês, o Outubro Rosa constitui, assim, um apelo nacional à prevenção, à responsabilidade individual e colectiva e à solidariedade com todas as pessoas afectadas pelo cancro da mama.

“A cada mulher que enfrenta esta doença, queremos transmitir uma mensagem de esperança e confiança: não está sozinha”, afirmou a Directora Nacional dos Hospitais.

Prevenir, diagnosticar cedo, tratar e cuidar: esta é uma responsabilidade de todos nós.

Fonte: GTICI / Ministério da Saúde, Luanda, 2 de Outubro de 2026.

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO DO MINSA
Governo 02-10-2026
ANGOLA DESTACA AVANÇOS DA CIRURGIA ROBÓTICA E TELECIRURGIA EM FÓRUM INTERNACIONAL DE SAÚDE

Experiência angolana é apresentada em Nova Iorque como exemplo de aposta na inovação tecnológica para ampliar o acesso a cuidados especializados

Angola apresentou os avanços alcançados no domínio da cirurgia robótica e da telecirurgia durante um encontro internacional sobre inovação tecnológica em saúde, realizado em Nova Iorque, à margem da 81.ª Assembleia Geral das Nações Unidas.

A reunião, de alto nível, promovida pelo Ministério da Saúde da Indonésia em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS), juntou representantes governamentais, especialistas internacionais e parceiros tecnológicos para analisar o papel das novas soluções digitais e robóticas na expansão do acesso a cuidados de saúde diferenciados, sobretudo para populações residentes em zonas remotas.

A delegação angolana do Ministério da Saúde foi chefiada pelo Secretário de Estado para a Saúde Pública, Dr. Carlos Alberto Pinto de Sousa, e integrou o Director do Instituto de Especialização em Saúde (IES), Dr. Djamel Márcio da Silva Kitumba, o Prof. Dr. Job Monteiro, Coordenador e Gestor Técnico da Unidade de Implementação do Projecto de Formação dos Recursos Humanos em Saúde (UIP/PFRHS), entre outros representantes, que acompanharam a apresentação da experiência nacional neste domínio.

Durante o encontro, Angola partilhou os progressos alcançados na implementação da cirurgia robótica, destacando a realização de cerca de 150 procedimentos e o fortalecimento gradual da capacidade técnica das equipas nacionais.

O Director do Instituto de Especialização em Saúde (IES), Dr. Djamel Márcio da Silva Kitumba, destacou que a evolução do programa tem permitido uma participação cada vez mais autónoma dos profissionais angolanos, com médicos e enfermeiros nacionais a assumirem progressivamente a realização dos procedimentos, com o apoio de equipas internacionais especializadas.

Segundo o responsável, a mais recente missão realizada com o sistema de cirurgia robótica da Medbot demonstrou avanços significativos na transferência de conhecimento, com maior envolvimento das equipas angolanas na condução das intervenções cirúrgicas.

“A tecnologia só produz verdadeiro impacto quando é acompanhada por capacitação, formação contínua e criação de competências nacionais”, afirmou.

O encontro contou igualmente com intervenções da Medbot, empresa responsável pelo desenvolvimento dos sistemas de cirurgia robótica utilizados em Angola, do cirurgião robótico internacional Dr. Vipul Patel e do Presidente da Sociedade Mundial de Cirurgia Robótica, Dr. Palmer, que abordaram o potencial da inovação tecnológica na transformação dos modelos de prestação de cuidados de saúde.

Durante a reunião, o Ministério da Saúde da Indonésia apresentou a sua estratégia nacional de expansão da cirurgia robótica, que inclui a instalação de equipamentos em unidades hospitalares, criação de centros de formação e desenvolvimento de capacidade local para produção de consumíveis, com o objectivo de reduzir custos e ampliar o acesso da população a procedimentos altamente especializados.

Os participantes defenderam que a adopção de tecnologias avançadas nos sistemas de saúde deve ser acompanhada por investimentos em recursos humanos, formação especializada e modelos sustentáveis de utilização, garantindo maior impacto e benefício para as populações.

A Organização Mundial da Saúde destacou a importância de os países africanos continuarem a investir em soluções inovadoras, considerando os desafios relacionados com o crescimento populacional, as desigualdades no acesso aos cuidados diferenciados e a necessidade de reforçar a disponibilidade de profissionais qualificados.

A delegação angolana integrou ainda o Dr. Júlio de Carvalho, Director Nacional do Intercâmbio; Dra Joana Morais, Directora do Instituto Nacional de Investigação de Saúde , Dra. Neusa Cumbe, Especialista de Comunicação, Informação e Gestão do Conhecimento do PFRHS-UIP; e o Dr. Graciano Cassinda, técnico do Gabinete da Ministra da Saúde.

A participação de Angola neste encontro internacional reafirma o compromisso do país com a inovação, a transformação tecnológica da saúde e o desenvolvimento de competências nacionais, contribuindo para ampliar o acesso dos cidadãos a cuidados especializados, seguros e de qualidade.

Fonte: GTICI – Ministério da Saúde, Luanda, 27 de Setembro de 2026

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO DO MINSA
Governo 29-09-2026
ANGOLA LEVA À ONU O COMPROMISSO COM A SAÚDE GLOBAL NO DIA DO TRABALHADOR DA SAÚDE

Secretário de Estado para a Saúde Pública, Carlos Alberto Pinto de Sousa, representa Angola na 2.ª Reunião de Alto Nível sobre Prevenção, Preparação e Resposta a Pandemias, em Nova Iorque

No dia em que Angola assinala o Dia do Trabalhador da Saúde, o país levou à tribuna das Nações Unidas a sua experiência e o compromisso de continuar a reforçar a prevenção, preparação e resposta a pandemias, durante a 2.ª Reunião de Alto Nível sobre Prevenção, Preparação e Resposta a Pandemias, realizada à margem da 81.ª Assembleia Geral das Nações Unidas.
Em representação da Ministra da Saúde, Dra. Sílvia Paula Valentim Lutucuta, o Secretário de Estado para a Saúde Pública, Dr. Carlos Alberto Pinto de Sousa, apresentou as principais medidas adoptadas por Angola para fortalecer o Sistema Nacional de Saúde, proteger as populações e contribuir para uma resposta global mais coordenada perante futuras emergências sanitárias.
A participação de Angola assume particular significado por ocorrer precisamente no Dia do Trabalhador da Saúde, data dedicada ao reconhecimento dos profissionais que, diariamente, asseguram a prestação de cuidados, a vigilância epidemiológica, a prevenção de doenças e a resposta às emergências de saúde pública em todo o território nacional.

Na sua intervenção, o Secretário de Estado destacou que a experiência da COVID-19 demonstrou que a segurança sanitária de cada país é indissociável da saúde global, defendendo o reforço da cooperação internacional, do multilateralismo, da equidade e da solidariedade entre as nações.

Carlos Alberto Pinto de Sousa destacou os investimentos realizados por Angola na expansão e modernização do Serviço Nacional de Saúde, com particular atenção aos cuidados de saúde primários, que representam mais de 80% das novas unidades sanitárias, bem como o crescimento da força de trabalho do sector.
No domínio da preparação e resposta às emergências, foram igualmente destacadas as capacidades desenvolvidas através do Centro de Operações de Emergência em Saúde Pública, do diagnóstico molecular e do sequenciamento genómico, numa abordagem integrada de “Uma Só Saúde”, que contempla também a coordenação transfronteiriça e a partilha de informação.
Outro eixo central apresentado pela delegação angolana foi o investimento nos recursos humanos para a saúde, com destaque para o programa de formação e especialização de aproximadamente 38 mil profissionais de saúde até 2028.

A iniciativa visa contribuir para o reforço da capacidade nacional de resposta às emergências e para a evolução das Equipas de Resposta Rápida para o modelo de Equipas Médicas de Emergência, em conformidade com os padrões internacionais da Organização Mundial da Saúde.
No plano internacional, Angola defendeu a necessidade de assegurar financiamento sustentável e acesso equitativo a vacinas, diagnósticos, medicamentos e tecnologias de saúde, ao mesmo tempo que reforça a cooperação científica e a capacidade de produção local em África.
A delegação angolana reiterou ainda o apoio à Declaração Política sobre Prevenção, Preparação e Resposta a Pandemias e sublinhou que os compromissos assumidos pela comunidade internacional devem ser acompanhados de acções concretas, recursos adequados e mecanismos transparentes de monitorização.
Ao concluir a sua intervenção, o Secretário de Estado para a Saúde Pública afirmou:
“A saúde global só será alcançada por meio de uma acção colectiva, alicerçada num forte multilateralismo, equidade e solidariedade.”

A mensagem apresentada por Angola reforça, assim, a importância de colocar as pessoas, os profissionais de saúde e a capacidade dos sistemas nacionais de saúde no centro da preparação para futuras pandemias.
Integram a delegação angolana o .Dr. Júlio Fernandes de Carvalho, Director Nacional do Intercâmbio; Dra Joana Morais , Directora Nacional do INIS; Dr. Djamel Márcio da Silva Kitumba, Director do Instituto de Especialização em Saúde; Prof. Dr. Job Monteiro*, Coordenador e Gestor Técnico da Unidade de Implementação do Projecto de Formação dos Recursos Humanos em Saúde (UIP-PFRHS); Dra Neusa Cumbe, Especialista de Comunicação, Informação e Gestão do Conhecimento do PFRHS-UIP; e Dr. Graciano Cassinda, técnico do Gabinete da Ministra da Saúde.

Esteve igualmente presente Sua Excelência Ana Maria de Oliveira, Embaixadora Extraordinária e Plenipotenciária da República de Angola, no âmbito da representação diplomática angolana junto das Nações Unidas e dos organismos internacionais.

A presença de Angola nesta reunião de alto nível acontece no quadro da 81.ª Assembleia Geral das Nações Unidas, reafirmando a participação do país nos debates internacionais sobre saúde global, segurança sanitária e preparação para futuras emergências.

Fonte: GTICI – Ministério da Saúde, Nova Iorque, Estados Unidos da América, 25 de Setembro de 2026.

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO DO MINSA

minsa.gov.ao Ministro(a)

Sílvia Paula Valentim Lutucuta



Entidades Tuteladas


Projectos Estruturantes


Eventos


SEP
10

III JORNADAS DE ENFERMAGEM – CETEP 2026

10/09/2026 - 17/09/2026
JUL
05

WORKSHOP NACIONAL SOBRE COMUNICAÇÃO EM SAÚDE

05/07/2026 - 06/07/2026
DEC
04

1º CONGRESSO CHDCP2025

04/12/2025 - 05/12/2025
NOV
27

1º FÓRUM NACIONAL DOS HOSPITAIS

27/11/2025 - 28/11/2025

Canais de Atendimento


Parceiros