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1º FORUM NACIONAL DOS HOSPITAIS

Governo 18-05-2026
PRIMEIRO ENCONTRO DE NEURORRADIOLOGIA DE INTERVENÇÃO MARCA AVANÇO HISTÓRICO NA SAÚDE ANGOLANA

A capital angolana acolheu, esta tarde, o 1º Encontro de Neurorradiologia de Intervenção, um marco histórico para o Sistema Nacional de Saúde. Realizado no Complexo Hospitalar General Pedro Maria Tonha “Pedalé”, o evento foi presidido pela Ministra da Saúde, Dra. Sílvia Paula Valentim Lutucuta, que destacou a iniciativa como essencial para a modernização e autonomia técnica do país.
O encontro contou com a presença do Secretário de Estado para a Área Hospitalar, Dr. Leonardo Inocêncio, do Director do Hospital, Dr. Albano Eugénio, e de especialistas nacionais e internacionais, incluindo o Professor Doutor Carlos Clayton Macedo de Freitas, Presidente da Sociedade Brasileira de Neurorradiologia de Intervenção, Coordenador né Gestor Técnico do PFRHS, Prof. Dr. Job Monteiro, Médicos e especialistas , consultores do Projecto de Formação de Recursos Humanos em Saúde (PFRHS) também participaram.

Durante a cerimónia, a ministra afirmou que a introdução da neurorradiologia de intervenção não representa apenas um avanço técnico. Trata-se do início de um novo ciclo de formação avançada de quadros nacionais, reforçando a autonomia do país no tratamento de patologias complexas e reduzindo a necessidade de evacuações médicas para o exterior, que podem custar até 300 mil dólares por paciente.
“Angola reafirma hoje o seu compromisso com a construção de um sistema de saúde moderno, sustentável, tecnologicamente avançado e capaz de responder, com meios próprios, às patologias de maior complexidade clínica, reduzindo a dependência externa e consolidando a soberania sanitária”, sublinhou a ministra.

A iniciativa faz parte do Projecto de Formação de Recursos Humanos em Saúde, que prevê a capacitação de 38 mil profissionais, sendo 80% da formação em Angola e 20% no exterior, reforçando a aposta do Executivo na formação local especializada.
A neurorradiologia de intervenção é uma subespecialidade médica de ponta, que utiliza técnicas minimamente invasivas guiadas por imagem, como angiografia, fluoroscopia e tomografia, para tratar doenças cerebrovasculares de alta complexidade.
Entre os procedimentos realizados destacam-se: Tratamento de AVC agudo isquémico; Tratamento de aneurismas cerebrais; Correção de malformações vasculares; Embolização de fístulas arteriovenosas; Intervenções neurovasculares complexas.

Segundo a ministra, esta abordagem permite intervenções mais rápidas, seguras e menos invasivas, aumentando significativamente as chances de sobrevivência e recuperação funcional dos pacientes.
“Com a implementação progressiva desta valência em Angola, estimamos uma redução expressiva dos custos para o Estado, maior celeridade na resposta clínica, diminuição do sofrimento das famílias e, acima de tudo, preservação de vidas humanas”, reforçou.
Inaugurado em 27 de setembro de 2025 pelo Presidente da República, João Lourenço, o Complexo Hospitalar Pedalé consolidou-se como um centro nacional de excelência técnica, científica e assistencial. Entre os destaques da unidade estão:
Unidade de AVC, com resposta rápida e coordenada;
* Linha verde de diagnóstico e tratamento do cancro da mama;
* Equipamentos de última geração, como Ressonância Magnética de 3 Teslas, Tomógrafo dual-source de 128 cortes e salas híbridas para intervenções minimamente invasivas.
A introdução do Serviço de Neurorradiologia de Intervenção marca um novo marco histórico. Seis médicos angolanos iniciarão um internato especializado, acompanhados por especialistas internacionais, promovendo a transferência de conhecimento e acelerando a capacidade técnica nacional.
“É motivo de orgulho que 99% da equipa envolvida no projecto seja composta por profissionais angolanos, incluindo neurocirurgiões, neurorradiologistas, neurologistas, anestesistas, enfermeiros e técnicos especializados. Esta realidade fortalece não apenas a capacidade técnica, mas também pedagógica, científica e institucional do país”, afirmou a ministra.

O encontro destacou que o investimento em infra-estrutura, tecnologia e capital humano não é apenas estratégico, mas um compromisso do Executivo com um sistema de saúde resiliente, autónomo e eficaz. A iniciativa evidencia uma nova era na saúde, pautada por:
* Excelência técnica e científica;
* Formação especializada de quadros nacionais;
* Inovação contínua;
* Autonomia sanitária;
* Melhoria da qualidade dos cuidados de saúde.
A ministra reforçou que o projecto consolida o compromisso do Governo com a redução da dependência externa, a valorização dos profissionais angolanos e a democratização do acesso a cuidados altamente diferenciados.
“Hoje celebramos mais do que um avanço técnico e científico. Celebramos uma vitória da visão estratégica do Executivo, que coloca o ser humano no centro das decisões, reconhecendo na saúde um direito fundamental e um pilar do desenvolvimento nacional”, concluiu.

Mais notícias sobre a 1ª reunião em desenvolvimento…

Fonte: GCI – Ministério da Saúde- UIP/PFRHS, Luanda, 14 de Maio de 2026

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL
Governo 18-05-2026
MISSÃO PERMANENTE DE ANGOLA JUNTO DO ESCRITÓRIO DAS NAÇÕES UNIDAS E OUTRAS ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS EM GENEBRA

NOTA DE IMPRENSA

Genebra, Suíça – Angola está a participar na 79ª Assembleia Mundial da Saúde, que reúne de 18 a 23 de Maio, delegações dos 194 Estados-membros, em formato presencial, no Palácio das Nações Unidas e na sede da Organização Mundial da Saúde (OMS), em Genebra, subordinada ao tema “Reformulando a Saúde Global: uma responsabilidade compartilhada”.

A delegação angolana, é chefiada pela Ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, e integra a Embaixadora, Ana Maria de Oliveira, Representante Permanente de Angola junto do Escritório das Nações Unidas e outras Organizações Internacionais, em Genebra, bem como técnicos seniores do Ministério da Saúde (MINSA) e diplomatas da Missão Permanente de Angola que acompanham as matérias de especialidade junto da OMS.

Nesse evento, Angola vai intervir no debate geral e na discussão dos demais temas julgados pertinentes.

A participação de Angola, visa igualmente reforçar o seu compromisso com a saúde global, focar a sua actuação no fortalecimento da arquitectura sanitária, bem como consolidar parcerias estratégicas.

A 79ª Assembleia Mundial da Saúde (79ª AMS) vai analisar assuntos de interesse nacional e internacional, com particular destaque para a discussão e possível aprovação do Acesso a Patógenos e Compartilhamento de Benefícios (Anexo PABS, sigla em Inglês), relacionado com prevenção, preparação e resposta a pandemias, os progressos na luta contra a malária, saúde mental e doenças transmissíveis e não transmissíveis.

A 79ª AMS enquadra também a agenda da imunização 2030, estratégia para o fim da tuberculose, cobertura universal da saúde, saúde primária, produtos médicos falsificados, poliomielite e erradicação da dracunculose.

Em relação ao Anexo PABS, o Acordo sobre Pandemias da OMS, adoptado no contexto das negociações globais de 2025 – 2026, visa criar regras claras para o compartilhamento de informações sobre patógenos de alto risco e a distribuição justa dos benefícios gerados por esse conhecimento.

Serviços de Comunicação Institucional e Imprensa, em Genebra, aos 18 de Maio de 2026.

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL
Governo 14-05-2026
Aberta Semana Nacional da Humanização 2026 com apelo à comunicação eficaz nos serviços de saúde

O Ministério da Saúde, através do Gabinete de Ética e Humanização, procedeu nesta terça-feira, 12 de Maio, à abertura oficial da Semana Nacional da Humanização 2026, uma iniciativa voltada ao reforço da dignidade da pessoa humana no acto de cuidar e à promoção de uma cultura de comunicação eficaz nos serviços de saúde em Angola.
A edição deste ano decorre sob o tema “Humanização: Comunicação efectiva entre profissionais para o cuidado centrado no utente” e o lema “Comunicação Eficaz: A Chave para o Cuidado Seguro e de Qualidade”, destacando a importância do diálogo entre profissionais de saúde como elemento essencial para garantir segurança, confiança e qualidade na assistência prestada aos cidadãos.

A cerimónia de abertura foi presidida pela Ministra de Estado para a Área Social, Maria do Rosário Teixeira de Alva Sequeira Bragança, em representação da Ministra da Saúde, Sílvia Paula Valentim Lutucuta. O acto contou igualmente com a presença da Ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Ana Paula da Silva do Sacramento Neto, do Secretário de Estado para a Área Hospitalar, Leonardo Inocêncio, além do representante da Organização Mundial da Saúde, membros do Executivo, entidades religiosas, gestores hospitalares, profissionais de saúde e representantes da sociedade civil.

Na sua intervenção, Maria do Rosário Bragança sublinhou que o tema da humanização ganha especial relevância num contexto em que os sistemas de saúde enfrentam desafios cada vez mais complexos, tornando a comunicação institucional e interpessoal um factor determinante para a qualidade dos cuidados médicos.
Segundo a governante, o Executivo angolano continua a investir na expansão da rede sanitária, na construção e reabilitação de infraestruturas hospitalares e na formação contínua dos profissionais de saúde, com vista à melhoria da capacidade de resposta do sector. Ainda assim, reconheceu a existência de desafios relacionados com o relacionamento humano e a comunicação nos serviços de saúde.
“A ausência de uma comunicação eficaz não é um problema menor. É uma questão de segurança, ética e qualidade assistencial”, afirmou.

A responsável acrescentou que humanizar os serviços de saúde significa reconhecer o utente como sujeito activo do processo de cuidados, respeitando os seus direitos, valores e contexto social, de forma a garantir um atendimento mais digno, inclusivo e centrado na pessoa.
Durante a actividade foram igualmente destacados os principais marcos institucionais ligados ao processo de humanização no sector da saúde, entre os quais a aprovação da Política Nacional de Saúde, em 2010, a implementação do Programa Nacional de Humanização da Assistência na Saúde, em 2014, e a criação do Gabinete de Ética e Humanização, em 2018.

Por sua vez, a Directora Nacional do Gabinete de Ética e Humanização, Djamila Príncipe, apresentou o balanço das actividades desenvolvidas no triénio 2024-2026. Segundo a responsável, o mecanismo de gestão de reclamações já foi implementado em 264 municípios do país, com enfoque no reforço da comunicação entre profissionais e na melhoria dos serviços humanizados.
No domínio da monitorização, até 2025 foram inquiridos 15.653 utentes, dos quais 70 por cento manifestaram satisfação com os serviços de humanização nas unidades sanitárias do país.
Quanto à formação e capacitação do capital humano, foram formados 3.156 profissionais nas províncias de Luanda, Huambo, Huíla, Lunda Norte, Cuanza Norte, Bengo e Benguela até 2025. Já entre Janeiro e Abril de 2026, foram capacitados 2.397 profissionais nos hospitais centrais e institutos localizados em Luanda e Icolo e Bengo.

Para a expansão dos serviços de humanização, o Gabinete de Ética e Humanização conta com o apoio de instituições nacionais e internacionais, entre elas a Universidade Agostinho Neto, a CEAST, a CICA e a CIRA, além de parceiros ligados à humanização dos cuidados de saúde em Portugal e Espanha.

A Semana Nacional da Humanização decorre de 12 a 16 de Maio, com um conjunto de actividades dedicadas à promoção da ética, da humanização e da qualidade dos serviços de saúde em Angola.

Fonte: DCI/MINSA

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL
Governo 14-05-2026
ANGOLA REFORÇA APOSTA NA HUMANIZAÇÃO DA SAÚDE COM APOIO DE ESPECIALISTA PORTUGUÊS

O Secretário de Estado para a Área Hospitalar, Dr. Leonardo Inocêncio, recebeu, segunda-feira, 11 de Maio, em Luanda, o presidente da Comissão de Ética e Humanização de Portugal, Fernando Regateiro, numa audiência marcada pelo reforço da cooperação técnico-científica e pela aposta estratégica de Angola na humanização dos serviços de saúde.
O encontro antecede o acto central da Semana da Humanização, que decorre de 12 a 16 de Maio sob o lema “Comunicação Eficaz: A Chave para o Cuidado Seguro e de Qualidade”, iniciativa que reúne especialistas nacionais e internacionais para debater os desafios e avanços da humanização no sector da saúde.

Durante a audiência, Leonardo Inocêncio, transmitiu o agradecimento da ministra da Saúde, Dra Sílvia Paula Valentim Lutucuta, pela presença de Fernando Regateiro em Angola, sublinhando que a participação do académico português representa “um importante contributo científico” para o fortalecimento das políticas públicas de saúde humanizada no país.
O governante destacou os progressos alcançados pelo Executivo angolano, revelando que o país dispõe actualmente de 264 Gabinetes de Utentes distribuídos em unidades sanitárias de diferentes níveis, desde centros de saúde a hospitais de referência. Segundo explicou, estas estruturas deverão evoluir para Gabinetes de Humanização, com uma abordagem mais abrangente centrada na qualidade do atendimento, acolhimento e segurança do paciente.

Leonardo Inocêncio, anunciou igualmente um ambicioso programa de formação de quadros do sector da saúde, que prevê capacitar mais de 38 mil especialistas, incluindo médicos de Medicina Geral e Familiar, considerada uma das áreas prioritárias para o reforço do sistema nacional de saúde.
“O processo de humanização é hoje uma prioridade estratégica do Executivo angolano”, afirmou o responsável, acrescentando que as novas infra-estruturas hospitalares estão também a ser alinhadas às tecnologias modernas de diagnóstico e tratamento.
Como exemplo, destacou o Hospital Pedro Maria Tonha Pedalé, recentemente equipado com um aparelho de ressonância magnética de 3 Tesla, tecnologia de última geração que reforça a capacidade diagnóstica do país.

Por sua vez, Fernando Regateiro manifestou disponibilidade para apoiar Angola na formação e capacitação de profissionais de saúde, através de uma equipa multidisciplinar composta por especialistas em cuidados intensivos, cuidados hospitalares, associações de doentes e arquitectura hospitalar.
O especialista português defendeu ainda a importância estratégica da Medicina Familiar, sublinhando que “é nesta especialidade que se constrói a saúde das populações”. Recordou a experiência de Portugal e revelou que coordenou recentemente a implementação da formação em Medicina Familiar em Cabo Verde, estando já prevista uma nova fase do projecto.

Num dos anúncios de maior relevância da visita, Fernando Regateiro confirmou a intenção de promover uma articulação institucional entre o Instituto Hematológico Pediátrico de Luanda Dra. Victória do Espírito Santo e centros hematológicos de referência de Portugal, nomeadamente os institutos de São João, no Porto, e de Lisboa, visando o reforço da cooperação científica, formação especializada e intercâmbio técnico.

Após a audiência, o académico português visitou o Instituto Hematológico Pediátrico de Luanda Dra. Victória do Espírito Santo, onde percorreu diferentes áreas da instituição, incluindo a Unidade de Cuidados Intensivos, serviços de imagiologia, laboratório de microbiologia, consultas externas e enfermarias.
Durante a visita, o director da unidade hospitalar, Francisco Domingos, informou que está em curso a criação de um laboratório de monogenética, projecto que permitirá maior autonomia no suporte a a transplantes de medula óssea e outros procedimentos altamente especializados. O director destacou ainda que o Instituto já dispõe de uma sala especializada para tratamento de lesões por pressão.

A visita terminou no Gabinete de Utente da instituição, onde foram apresentados os serviços de acolhimento, acompanhamento e humanização prestados aos pacientes e familiares, considerados pilares fundamentais da nova estratégia nacional de saúde centrada no cidadão.

Fonte: GCI – Ministério da Saúde, Luanda, 11 de Maio de 2026

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL
Governo 11-05-2026
MINISTRA DA SAÚDE DESTACA PREVENÇÃO DE LESÕES POR PRESSÃO EM WORKSHOP NACIONAL

A Ministra da Saúde, Dra. Sílvia Paula Valentim Lutucuta, participou neste Domingo, 10 de Maio, do segundo dia do Workshop Nacional sobre Gestão Estratégica na Prevenção e Controlo das Lesões por Pressão nos Hospitais, realizado no Centro de Convenções de Talatona (CCTA). Promovido pelo Ministério da Saúde e pela Unidade de Implementação do Projeto (UIP), o evento reuniu profissionais de saúde nacionais e internacionais com o objectivo de fortalecer práticas de segurança do paciente e elevar a qualidade da assistência hospitalar em Angola.
A ministra abriu a sessão destacando a gravidade da situação: “Estamos a viver um momento crítico em que as lesões por pressão representam uma verdadeira epidemia nos nossos hospitais, aumentando custos e prolongando internamentos”, alertou, reforçando a necessidade de vigilância activa por parte dos directores clínicos e de enfermagem.
Dra. Sílvia Lutucuta sublinhou ainda o papel central da enfermagem e da colaboração multidisciplinar no cuidado ao paciente, incentivando os gestores a assumirem responsabilidade directa pela segurança dos pacientes e implementação de boas práticas:
“O responsável principal pelos doentes é o director clínico e o director de enfermagem. Precisamos estar atentos a detalhes que muitas vezes passam despercebidos, como a ocorrência de lesões por pressão”, afirmou a ministra.

O workshop apresentou um programa intenso de sessões técnicas e práticas, entre elas: Organização dos Serviços e Equipas Multidisciplinares: especialistas nacionais e internacionais mostraram estratégias para optimizar o trabalho em equipa, integrando médicos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico e auxiliares. Mesa Redonda sobre Experiências Hospitalares: representantes de hospitais como Josina Machel, Bispo Emílio de Carvalho, Cardeal Dom Alexandre, Materno Infantil Pedro Manuel Azancot de Menezes, Geral de Luanda e Capalanca partilharam boas práticas e desafios, destacando soluções concretas aplicadas no combate às lesões por pressão. Entre as experiências relatadas, mencionou-se a implementação de protocolos de monitorização contínua do paciente acamado, o reforço da educação de enfermagem sobre prevenção de úlceras e cuidados pós-operatórios, e a adopção de equipamentos de apoio para redução de pressão em pacientes de risco. Sessão sobre Desafios das Lesões por Pressão em Angola: discussão conjunta sobre barreiras e soluções sustentáveis para reduzir a incidência destas lesões nos hospitais.
Durante sua intervenção, a ministra reconheceu o trabalho da equipe organizadora, incluindo a veterana da enfermagem Dra Judite Luacute , Dra. Graziela Paula Provezan e os doutores Morais e Chimuanji, que prepararam o conteúdo do evento em tempo recorde. A Dra. Graziela e Luacute apresentaram experiências práticas e resultados aplicados em unidades hospitalares, reforçando a importância do treino contínuo das equipas de enfermagem e a integração entre todos os profissionais de saúde.
O primeiro dia do workshop teve como destaque o tema pé diabético, com ênfase na prevenção de úlceras e cuidados especializados. O Prof. Clovis Rodrigues, especialista em Cuidados Intensivos, Dermatologia e Podiatria Clínica, conduziu sessões detalhadas sobre: Avaliação de neuropatia periférica e sensibilidade do pé, utilizando monofilamento de Semmes-Weinstein e diapasão de 128 Hz; Técnicas de prevenção de úlceras em pacientes com diabetes, destacando a importância da educação do paciente e monitorização regular; Intervenções especializadas em podiatria, laserterapia, biomecânica e ortoplastia, garantindo cuidados de alta performance para prevenção de complicações graves.

O workshop também abriu espaço para discutir outras áreas críticas, como infecções hospitalares e sepses, e incentivou os participantes a sugerirem temas para futuras edições.
Apesar de ter se ausentado temporariamente devido a outras missões, a ministra assegurou que o acompanhamento e apoio do Ministério da Saúde continuam activos, com destaque para o Secretário de Estado para a Área Hospitalar, Dr. Leonardo Inocêncio, e o coordenador e gestor técnico do PFRHS, Prof. Dr. Job Monteiro.

Ao final da manhã, os participantes reafirmaram o compromisso de aplicar os conhecimentos adquiridos em suas unidades hospitalares, fortalecendo a prevenção de lesões por pressão e elevando os padrões de qualidade e segurança na assistência à saúde em Angola.

Fonte: UIP-PFRHS, MINSA, Luanda, 10 de Maio de 2026

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL

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