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PRESIDENTE DA REPÚBLICA VISITA OBRAS DO FUTURO HOSPITAL DOS QUEIMADOS

Governo 16-07-2026
ANGOLA AFIRMA-SE COMO REFERÊNCIA AFRICANA NA APLICAÇÃO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E DA TELEMEDICINA PARA TRANSFORMAR A SAÚDE

O Executivo angolano, através do Ministério da Saúde, reafirmou, esta Quarta-feira, o seu compromisso com a transformação digital do Sistema Nacional de Saúde, ao apresentar os avanços alcançados e a visão estratégica do País para a utilização responsável da Inteligência Artificial (IA), durante a Conferência Global da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre Inteligência Artificial na Saúde, que decorre em Lisboa, República Portuguesa.
Ao intervir no painel dedicado às oportunidades e desafios da Inteligência Artificial na saúde, a Ministra da Saúde, Dra. Sílvia Paula Valentim Lutucuta, destacou que Angola está a consolidar uma estratégia nacional assente na inovação tecnológica, na saúde digital e na expansão da telemedicina, colocando a tecnologia ao serviço das pessoas e do fortalecimento do sistema nacional de saúde.
Respondendo à questão sobre as áreas em que a Inteligência Artificial poderá produzir maior impacto prático, a governante sublinhou que o Executivo angolano tem realizado investimentos estruturantes em conectividade, modernização tecnológica e desenvolvimento de soluções digitais inteligentes, com o objectivo de tornar os serviços de saúde mais eficientes, seguros, inclusivos e acessíveis.
Entre os principais avanços apresentados, destacou-se a implementação do DHIS2 como principal plataforma nacional de gestão de dados em saúde, permitindo a integração dos diferentes sistemas de informação, a produção de dashboards analíticos e o reforço da monitorização e da tomada de decisões baseadas em evidências.
No domínio da prestação de cuidados de saúde, a Ministra evidenciou a expansão da Rede Nacional de Telemedicina, actualmente interligada a uma rede internacional de colaboração que integra instituições de Portugal, Itália, Brasil, Índia, Estados Unidos da América e África do Sul. Esta cooperação tem permitido ampliar o acesso a consultas especializadas, reduzir as desigualdades no acesso aos serviços e aproximar cuidados diferenciados das populações que vivem nas zonas mais remotas do País.
A capacitação dos profissionais de saúde constitui igualmente uma prioridade estratégica. Neste contexto, a Dra. Sílvia Lutucuta destacou a utilização de plataformas digitais de aprendizagem e da telesaúde para a formação contínua dos quadros, integrada no ambicioso programa nacional de desenvolvimento de recursos humanos, que prevê a especialização de cerca de 38 mil profissionais de saúde nos próximos cinco anos, com o apoio de parceiros internacionais, particularmente Portugal e Brasil.
Outro marco relevante apresentado foi a criação do Centro de Operações de Emergência de Saúde Pública (COESP), uma plataforma tecnológica que permite acompanhar, em tempo real, a evolução da situação epidemiológica em todo o território nacional, reforçando os mecanismos de vigilância, prevenção e resposta rápida às emergências de saúde pública.
Na sua intervenção, a Ministra reafirmou que Angola continuará a investir na Inteligência Artificial como instrumento estratégico para apoiar a decisão clínica, fortalecer a vigilância epidemiológica, optimizar o planeamento dos serviços de saúde e expandir o acesso universal a cuidados de qualidade, sobretudo nas regiões de mais difícil acesso, através da telemedicina e de outras soluções digitais inovadoras.
A participação de Angola nesta conferência mundial reforça o posicionamento do País como uma das principais referências africanas na agenda da transformação digital da saúde, evidenciando o compromisso do Executivo com a inovação, a cooperação internacional e a construção de um sistema de saúde mais moderno, resiliente, equitativo e centrado nas pessoas.

Fonte: GTICI – Ministério da Saúde, Lisboa, República Portuguesa*, 15 de Julho de 2026.

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO DO MINSA
Governo 16-07-2026
ANGOLA REFORÇA PROTAGONISMO INTERNACIONAL COM PARTICIPAÇÃO DA MINISTRA DA SAÚDE NA AGENDA GLOBAL DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL EM SAÚDE

A Ministra da Saúde da República de Angola, Dra. Sílvia Paula Valentim Lutucuta, participa, desde a manhã desta Quarta-feira, 15 de Julho, em Lisboa, República Portuguesa, de uma importante agenda internacional dedicada ao futuro da saúde digital, da inteligência artificial e ao fortalecimento da cooperação entre os países de língua portuguesa.

A governante integra a Reunião de Trabalho para Representantes dos Países de Língua Portuguesa, promovida pelo Governo da República Portuguesa, sob o lema "Impulsionar a Inteligência Artificial para a Saúde através da Cooperação Lusófona: Liderança, Estratégia e Inovação", um encontro de alto nível que reúne ministros da Saúde, representantes da Organização Mundial da Saúde (OMS), embaixadores, decisores políticos e especialistas da comunidade lusófona.
A realização desta reunião representa um passo importante na consolidação do diálogo político iniciado durante a 79.ª Assembleia Mundial da Saúde, realizada em Genebra, onde a Ministra da Saúde de Angola manteve encontros bilaterais com a Ministra da Saúde de Portugal, Ana Paula Martins, e com o Ministro da Saúde do Brasil, Alexandre Padilha.
Na ocasião, os três países reafirmaram o compromisso de aprofundar a cooperação estratégica nos domínios da formação de recursos humanos, da investigação científica, da inovação, da transformação digital e do fortalecimento dos sistemas nacionais de saúde, lançando as bases para uma agenda comum de desenvolvimento no espaço lusófono.

Em Lisboa, os trabalhos centram-se na construção de um Roteiro de Cooperação Lusófona em Saúde, documento estratégico que deverá ser apresentado durante a Cimeira Regional da Saúde, prevista para 2028, no Brasil, e que definirá prioridades conjuntas para o reforço da cooperação técnica, institucional e científica entre os países de língua portuguesa.
Os participantes analisam igualmente mecanismos para ampliar a utilização responsável da Inteligência Artificial nos sistemas de saúde, promovendo soluções inovadoras que contribuam para melhorar a qualidade da assistência médica, apoiar a tomada de decisões clínicas, reforçar a vigilância epidemiológica e aumentar a eficiência dos serviços de saúde.
Outro dos objectivos da reunião passa pelo fortalecimento da rede de Centros Colaboradores da Organização Mundial da Saúde no espaço lusófono, incentivando a criação de novas instituições de referência capazes de impulsionar a investigação, a formação especializada e a produção de conhecimento científico.
Ainda durante esta quarta-feira, a Ministra Sílvia Lutucuta participará igualmente na Global WHO AI Conference – Shaping AI in Health, onde integrará uma mesa-redonda de alto nível sobre Liderança Estratégica para uma Inteligência Artificial Responsável na Saúde, partilhando a experiência de Angola ao lado de ministros e altos responsáveis governamentais de vários continentes.
A participação de Angola nestes importantes fóruns internacionais reforça o reconhecimento do país como um parceiro ativo na construção das políticas globais de saúde e evidencia o compromisso do Executivo angolano com a transformação digital, a inovação tecnológica, o fortalecimento do capital humano e a cooperação internacional, pilares essenciais para a construção de sistemas de saúde mais modernos, resilientes, inclusivos e preparados para responder aos desafios do século XXI.

FONTE: GTICI – Ministério da Saúde, Lisboa, República Portuguesa, 15 de Julho de 2026.

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO DO MINSA
Governo 16-07-2026
MINISTÉRIO DA SAÚDE INTENSIFICA O COMBATE ÀS HEPATITES VIRAIS E LANÇA CAMPANHA NACIONAL DE TESTAGEM RUMO À ELIMINAÇÃO DA DOENÇA ATÉ 2030

O Ministério da Saúde (MINSA) reforçou, esta Quarta-feira, 15 de Julho, o compromisso de eliminar as hepatites virais como problema de saúde pública até 2030, com o lançamento de uma campanha nacional de testagem e o anúncio de novas medidas para ampliar o diagnóstico precoce, a prevenção e o acesso ao tratamento em todo o país.

O anúncio foi feito durante o Workshop Técnico sobre o Ponto de Situação do Programa de Hepatites Virais em Angola, promovido pelo Instituto Nacional de Luta contra Sida (INLS), sob o lema "Vamos eliminar a hepatite".

Em representação da Ministra da Saúde, Dra. Sílvia Paula Valentim Lutucuta, o Secretário de Estado para a Saúde Pública, Dr. Carlos Alberto Pinto de Sousa, alertou para a dimensão da doença, considerada uma das mais silenciosas e mortais do mundo, apesar de ser prevenível e tratável.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2022, cerca de 1,1 milhão de pessoas morreram em consequência das hepatites virais, enquanto 253 milhões vivem com hepatite B crónica, sobretudo em África, no Pacífico Ocidental e na Ásia.
Angola entre os países de elevada prevalência
No contexto nacional, o governante revelou que o Inquérito de Indicadores Múltiplos e de Saúde (IIMS 2023-2024) aponta uma prevalência de 21% da hepatite B em Angola, um número significativamente superior ao da infecção pelo VIH, estimada em 1,6%.
Os homens apresentam uma prevalência de 23%, enquanto entre as mulheres o indicador é de 19%, demonstrando a dimensão do desafio para o Sistema Nacional de Saúde.
Entre 2021 e Junho de 2026, o país notificou 18.184 casos de hepatites virais, dos quais 11% foram registados apenas no primeiro semestre deste ano. A província de Luanda concentra mais de 81% dos casos notificados, sendo que a maioria das infecções ocorre entre mulheres, sobretudo grávidas, reforçando a necessidade de ampliar o rastreio durante o pré-natal.
Campanha nacional de testagem arranca hoje
Como resposta, o Executivo lançou uma campanha nacional de testagem, que decorre de 15 de Julho a 15 de Agosto, abrangendo as províncias de Luanda, Uíge, Benguela, Cunene, Huíla, Cuanza Sul, Bengo, Cuanza Norte, Huambo e Icolo e Bengo.
Outra medida considerada histórica foi a aquisição, pela primeira vez, de testes rápidos para hepatites pelo Instituto Nacional de Luta contra a SIDA (INLS), já distribuídos em 13 unidades sanitárias de Luanda, com prioridade para o rastreio de mulheres grávidas, visando impedir a transmissão da doença da mãe para o filho.
"Apelamos ao engajamento patriótico e solidário de todos os cidadãos nesta grande campanha de saúde pública. Juntos, temos o poder de travar novas infecções, quebrar a cadeia de transmissão e salvar vidas", afirmou Carlos Alberto Pinto de Sousa.
OMS defende maior investimento e mobilização social
Em representação da Organização Mundial da Saúde, o especialista Nzuzi Katodi recordou que a eliminação das hepatites virais até 2030 é uma prioridade global.
O especialista explicou que existem cinco tipos de hepatites virais (A, B, C, D e E), sendo as hepatites B e C as que representam maior preocupação em Angola. Destacou ainda que a vacina contra a hepatite B possui cerca de 95% de eficácia, mas advertiu que a cobertura vacinal no país continua insuficiente.
Para a OMS, alcançar a meta de eliminação dependerá de um maior investimento nacional, do fortalecimento dos serviços de saúde, da comunicação social e da participação activa das comunidades na vacinação, testagem e tratamento.

O workshop permitiu avaliar os avanços do Programa Nacional de Hepatites Virais, harmonizar estratégias entre os parceiros e consolidar o compromisso do Governo em acelerar as acções necessárias para que Angola elimine as hepatites virais como ameaça à saúde pública até 2030.

FONTE: GTICI, Ministério da Saúde, Luanda, 15 de Julho de 2026

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO DO MINSA
Governo 14-07-2026
MINISTÉRIO DA SAÚDE EMPOSSA DIRECÇÃO QUE VAI LIDERAR O NOVO HOSPITAL DOS QUEIMADOS PRESIDENTE JULIUS NYERERE

O Ministério da Saúde empossou, esta Segunda-feira, 13 de Julho, a direcção que vai liderar o futuro *Hospital dos Queimados Presidente Julius Kambarage Nyerere, uma unidade que se posiciona como uma das mais modernas infra-estruturas hospitalares de Angola, vocacionada para o tratamento de queimaduras, feridas complexas, microcirurgia reconstrutiva e investigação científica.

A cerimónia, orientada pela ministra da Saúde, Dra Sílvia Paula Valentim Lutucuta, marca uma nova etapa na preparação operacional da unidade, que deverá tornar-se referência nacional e regional na assistência de alta complexidade e especializada, reduzindo a necessidade de evacuações de pacientes para o exterior e reforçando a capacidade técnica do Sistema Nacional de Saúde.
O novo hospital contará com equipamentos e valências de elevada diferenciação, entre os quais:
* Imagiologia com Ressonância Magnética de 3 Tesla, equipamento de alta precisão que produz imagens mais detalhadas dos órgãos e tecidos, permitindo diagnósticos mais rápidos e rigorosos;
* Câmaras hiperbáricas, utilizadas na oxigenoterapia hiperbárica, tratamento que acelera a cicatrização de queimaduras e feridas complexas, combate infecções graves e favorece a recuperação dos tecidos;
* Unidade de cuidados intensivos para adultos e crianças especializada para doentes queimados em estado crítico e ;
* Blocos operatórios preparados para cirurgias altamente complexas, incluindo procedimentos reconstrutivos e vasculares, Microcirurgia reconstrutiva*, técnica que permite reconstruir tecidos, nervos e vasos sanguíneos através da ligação de estruturas microscópicas, sendo fundamental na recuperação funcional e estética de vítimas de queimaduras graves e outras deformidades;
* Consulta especializada de feridas complexas e crónicas, destinada ao tratamento de lesões de difícil cicatrização, como úlceras, feridas pós-cirúrgicas e lesões associadas a doenças crónicas;
* *Banco de pele, para transplates e enxertos complexos, laboratório, áreas de reabilitação e espaços dedicados à formação e investigação científica.

A nova directora-geral, Dra. Yanessa Katiana Van-Dúnem Filipe de Almeida, é médica especialista em Cirurgia Plástica, Reconstrutiva e de Queimados, formada pela Faculdade de Medicina da Universidade Agostinho Neto, com residência médica em Cirurgia Geral e posterior especialização no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, no Brasil, um dos maiores centros de referência da América Latina.
Ao longo da sua formação e carreira, adquiriu experiência em unidades de queimados, cuidados intensivos, microcirurgia reconstrutiva, transplante de pele, tratamento de feridas complexas e reconstrução pós-trauma e pós-cirúrgica. Tem ainda participado em diversos projectos científicos e congressos internacionais dedicados à cirurgia plástica, queimaduras e medicina regenerativa, destacando-se também como palestrante na área do tratamento de feridas complexas.
A escolha da especialista reflete a aposta do Ministério da Saúde numa liderança com experiência técnica e capacidade de desenvolver um hospital de elevada diferenciação.
Além da directora-geral, foram igualmente empossados:
* Dra. Tomásia Mayisila Mafuani Alberto– Directora Clínica;
* Dr. Alexandrino Martinho Sangunga Simão – Director de Enfermagem;
* Dra. Stefânia Francisca Garcia António da Silva – Directora Pedagógica e Científica;
* Dra. Diozandra Marina de Oliveira – Directora Administrativa;
* Dra. Massengo Cristina do Nascimento Luabeya Neto – Directora Técnica.

Durante a cerimónia, a ministra da Saúde destacou que a equipa foi seleccionada com base na competência técnica, experiência profissional e capacidade de liderança, defendendo uma gestão orientada para a humanização dos cuidados, a qualidade assistencial e a excelência dos serviços.
Com tecnologia de última geração e uma equipa especializada, o Hospital dos Queimados Presidente Julius Kambarage Nyerere deverá tornar-se um centro de referência para o tratamento de queimaduras, feridas complexas, reconstrução microcirúrgica e investigação científica, reforçando significativamente a resposta de Angola na medicina altamente especializada.

FONTE: GTICI, Ministério da Saúde, Luanda, 13 de Julho de 2026

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO DO MINSA
Governo 14-07-2026
MINISTRA DA SAÚDE E DIRECTORA REGIONAL DO FNUAP REFORÇAM PARCERIA ESTRATÉGICA PARA ACELERAR GANHOS NA SAÚDE MATERNA, REPRODUTIVA E DOS JOVENS EM ANGOLA

Sua Excelência a Ministra da Saúde, Dra. Sílvia Paula Valentim Lutucuta, recebeu, na manhã desta sexta-feira, 10 de Julho, nas instalações do Ministério da Saúde, em Luanda, a Directora Regional do Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP/UNFPA) para a África Oriental e Austral, Sra. Lydia Zigomo, que realizou uma missão oficial à República de Angola.
A audiência contou igualmente com a presença do Secretário de Estado para a Saúde Pública, Dr. Carlos Alberto Pinto de Sousa, da Representante do FNUAP em Angola, Sra. Rinko Kinoshita, bem como de responsáveis do Ministério da Saúde e da delegação da agência das Nações Unidas.
O encontro reafirmou a solidez da parceria entre o Governo de Angola e o FNUAP, permitindo avaliar os resultados alcançados e definir novas prioridades para o fortalecimento do Sistema Nacional de Saúde, com especial incidência na implementação da Estratégia Nacional dos Cuidados Primários de Saúde, considerada um dos principais pilares para aproximar os serviços das comunidades e assegurar um acesso mais equitativo, eficiente e humanizado aos cuidados de saúde.
Durante a reunião, as duas instituições analisaram os progressos registados nos domínios da saúde sexual e reprodutiva, da saúde materna, neonatal e infantil, da prevenção e eliminação da fístula obstétrica, do planeamento familiar, da prevenção do VIH e da transmissão vertical, bem como da melhoria dos serviços de saúde destinados aos adolescentes e jovens, em consonância com as prioridades definidas no 9.º Ciclo do Programa de País do FNUAP (CPD 2024–2028).
Foi igualmente realizado um balanço dos resultados da cooperação entre o Ministério da Saúde e o FNUAP, cuja implementação tem produzido impactos significativos na melhoria da saúde e do bem-estar das famílias angolanas. Entre os principais avanços destacam-se a criação de 165 Salas de Saúde Amigas dos Adolescentes e Jovens, a formação de mais de 1.160 enfermeiras para atendimento especializado desta faixa etária, a capacitação contínua de médicos, enfermeiros e parteiras em Cuidados Obstétricos e Neonatais de Urgência, a implementação do Caderno de Saúde Materno-Infantil, o reforço da disponibilidade de contraceptivos modernos e o apoio técnico à elaboração de estratégias nacionais para os Cuidados Primários de Saúde, resposta ao VIH, hepatites virais, infecções sexualmente transmissíveis e prevenção da fístula obstétrica.
No domínio do fortalecimento da capacidade de resposta do Sistema Nacional de Saúde, foi igualmente destacado o apoio do FNUAP através do fornecimento de medicamentos, equipamentos e insumos essenciais, incluindo centenas de milhares de doses de Sayana Press, outros métodos contraceptivos modernos, cadernos de saúde materno-infantil e diversos materiais destinados à melhoria da qualidade dos serviços de saúde sexual e reprodutiva.
Na ocasião, a Directora Regional do FNUAP para a África Oriental e Austral, Lydia Zigomo, reiterou o firme compromisso da organização em continuar a apoiar o Executivo angolano na implementação das prioridades nacionais do sector da saúde, enaltecendo os progressos alcançados por Angola e manifestando inteira disponibilidade para aprofundar a cooperação técnica e financeira.
Por sua vez, Sua Excelência a Ministra da Saúde agradeceu o apoio contínuo do FNUAP, sublinhando que esta parceria estratégica continuará orientada para a redução da mortalidade materna e neonatal, o fortalecimento dos Cuidados Primários de Saúde, a prevenção da gravidez na adolescência, o combate ao VIH, a promoção da saúde sexual e reprodutiva e a consolidação de serviços de saúde cada vez mais inclusivos, humanizados e acessíveis para toda a população.
A missão oficial da Directora Regional do FNUAP, realizada entre os dias 6 e 10 de Julho de 2026, constitui mais um marco no fortalecimento das relações de cooperação entre a República de Angola e o Sistema das Nações Unidas, reafirmando o compromisso conjunto com a melhoria da qualidade de vida das populações, o desenvolvimento humano e a aceleração dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável no sector da saúde.
Fonte: GTICI – Ministério da Saúde, Luanda, 10 de Julho de 2026.

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO DO MINSA

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