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1º FORUM NACIONAL DOS HOSPITAIS

Governo 16-04-2026
BENGUELA: MINISTÉRIO DA SAÚDE REFORÇA RESPOSTA SANITÁRIA E INTENSIFICA PREVENÇÃO DA CÓLERA EM ZONAS AFECTADAS PELAS INUNDAÇÕES

O Ministério da Saúde (MINSA) está a reforçar de forma contínua a resposta sanitária nos campos de reassentamento das populações afectadas pelas inundações na província de Benguela, com o objectivo de salvar vidas, prevenir e dar resposta à cólera e outras doenças associadas a situações de emergência.

Desde os primeiros momentos da ocorrência, Sua Excelência a Ministra da Saúde, Dra. Sílvia Paula Valentim Lutucuta, tem estado em articulação permanente com o Governador Provincial de Benguela, dando apoio através das equipas de resposta rápida do nível central e de logística em coordenação com as estruturas provinciais e municipais de saúde e de outros Sectores.
No âmbito desta resposta, a Ministra deslocou-se ontem à província de Benguela, onde manteve um encontro de trabalho com as equipas no terreno, com o objectivo de avaliar o nível de intervenção em curso e validar as principais acções operacionais já implementadas, no quadro da resposta integrada à emergência.
A intervenção integra um pacote alargado de medidas de saúde pública, com enfoque na assistência médica e medicamentosa, vigilância epidemiológica, prevenção de doenças evitáveis e promoção da saúde comunitária.
No âmbito das acções em curso, foi instalado um posto de vacinação de rotina no campo de reassentamento das populações vítimas das chuvas, garantindo a administração dos antígenos previstos no Programa Alargado de Vacinação (PAV), medida essencial para a protecção de crianças e grupos vulneráveis.
Simultaneamente, foi criada uma área de triagem para crianças e adultos, permitindo a identificação precoce de casos suspeitos e a organização do fluxo de atendimento clínico, assegurando uma resposta mais rápida e eficiente.
Foram igualmente estruturados serviços com enfoque nos cuidados de saúde primários no local, garantindo consultas de pediatria e de adultos e serviços essenciais à população deslocada.

Reconhecendo o impacto emocional e psicológico da emergência, o sector da saúde implementou igualmente consultas de Saúde Mental, assegurado por psicólogos clinicos para o apoio psico- social às famílias afectadas, com especial atenção a grupos vulneráveis, incluindo crianças e idosos.
As acções de educação e de mobilização comunitária estão a ser desenvolvidas em articulação com as comissões de moradores e equipas da Cruz Vermelha, que realizam sensibilização porta-a-porta, promovendo boas práticas de higiene, prevenção da cólera e redução do risco de doenças diarreicas agudas.
Estas intervenções têm reforçado a adesão comunitária às medidas preventivas e contribuído para a redução de comportamentos de risco nas zonas afectadas.
As acções implementadas permitem já destacar os seguintes resultados preliminares:
* Resposta eficaz ao surto da cólera e prevenção de outras doenças hídricas*;
* Identificação precoce de casos suspeitos;
* Mitigação dos impactos psicológicos da emergência;
* Aumento da cobertura vacinal;
* Reforço da capacidade de resposta do sistema de saúde em contexto de calamidade.
No quadro do reforço da resposta, foram mobilizadas cerca de 40 toneladas de medicamentos, produtos e meios médicos, com destaque para tendas.
Foram igualmente disponibilizados kits de Walsh e kits de higiene fornecidos pelo Ministério da Energia e Águas, no âmbito da resposta Multisectorial à emergência.

O Ministério da Saúde mantém o acompanhamento diário da informação do atendimento dos utentes nas áreas de reassentamento, bem como a informação epidemiológica da cólera e de outras doenças. Reafirma o reforço contínuo da vigilância epidemiológica, laboratorial e ambiental, gestão de casos, reforços da logística e comunicação de risco e envolvimento comunitário.
Com uma abordagem integrada e centrada na pessoa, o Ministério da Saúde reafirma o seu compromisso com a saúde e bem- estar da população angolana.

Fonte: GCI – Ministério da Saúde, Benguela 15 de Abril de 2026

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL
Governo 16-04-2026
ANGOLA REALIZA PRIMEIRA CIRURGIA DE ESCOLIOSE E ABRE NOVO CAPÍTULO NA MEDICINA ESPECIALIZADA

Complexo Hospitalar General Pedro Maria Tonha “Pedalé” lidera intervenção histórica que devolve esperança a jovens angolanos.

Angola registou um marco histórico no sector da saúde com a realização, pela primeira vez no país, de uma cirurgia de correção de escoliose, no Complexo Hospitalar General Pedro Maria Tonha “Pedalé”, unidade de referência nacional vocacionada para a resposta a casos de elevada complexidade clínica.
Dotado de tecnologia de ponta e equipas altamente especializadas, o Complexo “Pedalé” afirma-se como um centro de excelência, com capacidade instalada para intervenções avançadas, incluindo neurorradiologia de intervenção, neurocirurgia vascular, tratamento do AVC agudo com linha verde dedicada, oncologia cirúrgica, bem como procedimentos minimamente invasivos guiados por imagem de alta precisão.

É neste contexto de modernização e reforço da capacidade técnica que arranca, esta semana, o Programa de Cirurgias de Escoliose, uma iniciativa inovadora que visa tratar deformidades graves da coluna vertebral, sobretudo em adolescentes e jovens.

A primeira intervenção foi realizada na terça-feira, 14 de abril, com sucesso, numa jovem de 22 anos que convivia há mais de uma década com uma deformidade severa da coluna, condição que, além da dor crónica, afecta profundamente a autoestima e pode evoluir para complicações graves.

O acto cirúrgico foi liderado pelo neurocirurgião angolano, Dr. D’Jamel Kitumba, com o apoio do cirurgião brasileiro* Dr. Dante Giubilei numa colaboração que reforça a partilha de conhecimento e a capacitação técnica nacional.
A cirurgia, com duração aproximada de cinco horas, consistiu na colocação de 18 parafusos nas vértebras para correção do desvio, tendo decorrido sem intercorrências.
De acordo com o Director do Departamento de Neurociências, Dr. D’Jamel Kitumba, este momento representa um avanço sem precedentes:
“Para nós, é um dia histórico, porque é a primeira vez que se opera escoliose em Angola.”

O programa integra ainda acções educativas, consultas especializadas e rastreios em escolas, tendo já identificado mais de 30 jovens com indicação cirúrgica. Durante esta semana, está prevista a realização de seis cirurgias.

A Ministra da Saúde, Dra. Sílvia Lutucuta, destaca este avanço como reflexo do compromisso do Executivo com a transformação estrutural do sector:
“Este feito representa um passo firme na consolidação da autonomia técnica do nosso sistema de saúde. Estamos a investir na formação de quadros, na modernização das infra-estruturas e na introdução de tecnologias de ponta, para garantir que os angolanos tenham acesso, no seu próprio país, a cuidados de saúde cada vez mais diferenciados, seguros e humanizados.”

A governante sublinha ainda que a aposta na especialização é determinante para reduzir evacuações médicas e elevar o padrão de qualidade dos serviços prestados à população.
Por sua vez, o Director-Geral do Complexo Hospitalar, Dr. Albano Eugénio, considera que este marco simboliza uma nova era para a medicina nacional:
“Hoje demonstramos que Angola tem capacidade técnica, humana e tecnológica para realizar cirurgias de elevada complexidade ao mais alto nível. Este é um ganho directo para os nossos pacientes e um sinal claro de que estamos no caminho certo rumo à excelência.”
A paciente encontra-se sob cuidados na unidade de cuidados intensivos, evoluindo favoravelmente no período pós-operatório.
O programa prossegue ao longo da semana, com intervenções programadas até sexta-feira, consolidando uma iniciativa que representa um passo decisivo rumo à autossuficiência do sistema de saúde angolano.
Com este feito histórico, Angola reafirma o seu compromisso com a inovação, a valorização dos profissionais de saúde e a melhoria contínua da qualidade de vida dos cidadãos, posicionando-se como um país cada vez mais preparado para responder aos desafios da medicina moderna.

Fonte: Gabinete de Comunicação Institucional do Complexo Hospitalar General Pedro Maria Tonha “Pedalé”, Luanda, 15 de Abril de 2026

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL
Governo 14-04-2026
MINSA INTENSIFICA RESPOSTA SANITÁRIA EM BENGUELA PARA SALVAR VIDAS E TRAVAR RISCO DE CÓLERA APÓS INUNDANÇÕES

Equipa de Resposta Rápida reforça acções de combate à cólera nas comunidades afectadas

O Ministério da Saúde (MINSA) informa que, na sequência das inundações que afectaram várias comunidades da província de Benguela, está em curso uma resposta sanitária intensiva, coordenada e multissectorial, com enfoque na assistência às populações sinistradas, prevenção de surtos e controlo do risco de cólera, particularmente agravado em contextos de emergência e deslocação populacional.
Sob orientação de Sua Excelência a Ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, foi activado um dispositivo integrado de resposta que envolve equipas técnicas do MINSA, em estreita articulação com o Governo Provincial de Benguela e parceiros humanitários, incluindo a Cruz Vermelha, assegurando uma intervenção coordenada, contínua e de proximidade junto das comunidades afectadas.

No âmbito desta resposta, o Ministério da Saúde procedeu à mobilização de uma Equipa Nacional de Resposta Rápida para reforçar as acções de prevenção, controlo e combate à cólera na província de Benguela, na sequência das enxurradas que têm afectado diversas regiões e aumentado o risco de propagação de doenças de origem hídrica.

A intervenção enquadra-se no Plano de Contingência do Executivo para situações de emergência em saúde pública, visando apoiar tecnicamente a Comissão Provincial de Saúde de Benguela e reforçar a capacidade de resposta local face ao actual cenário epidemiológico.
A equipa multidisciplinar integra médicos, técnicos de laboratório, especialistas em logística, profissionais de saúde pública e técnicos dos sectores de energia e águas, assegurando uma abordagem integrada e coordenada.
Entre as principais acções em curso destacam-se a vigilância epidemiológica activa, a investigação de casos suspeitos, o diagnóstico laboratorial, o tratamento de doentes, a desinfecção de áreas afectadas e o reforço das medidas de prevenção junto das comunidades.

No âmbito da missão, foram mobilizados e distribuídos medicamentos essenciais, equipamentos de protecção individual, materiais de higiene e saneamento, soluções para tratamento e purificação da água, bem como tendas para instalação e operacionalização de Centros de Tratamento de Cólera (CTC).
Estas acções contam com o apoio técnico e logístico de parceiros internacionais, nomeadamente a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e os Médicos Sem Fronteiras.

Paralelamente, decorrem acções de sensibilização comunitária com o objectivo de promover comportamentos seguros e reduzir o risco de transmissão da doença, com especial enfoque na lavagem frequente das mãos com água e sabão, no consumo de água tratada ou fervida, na correcta manipulação dos alimentos e na utilização adequada das instalações sanitárias.

O Ministério da Saúde apela à colaboração activa da população e das autoridades locais, sublinhando que a prevenção continua a ser a principal medida para travar a propagação da cólera. Recomenda-se ainda que, perante sintomas como diarreia aquosa intensa e vómitos, os cidadãos procurem imediatamente a unidade de saúde mais próxima.
O MINSA mantém acompanhamento permanente da situação epidemiológica na província de Benguela e noutras regiões afectadas, reafirmando o seu compromisso com a salvaguarda da saúde pública e a adopção de respostas céleres, eficazes e coordenadas face a emergências sanitárias.

Fonte: Ministério da Saúde (MINSA), Luanda, 13 de Abril de 2026.

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL
Governo 14-04-2026
HUAMBO REGISTA ARRANQUE HISTÓRICO NA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA EM SAÚDE

Mais de 600 profissionais inscritos no curso de especialidade em Bioquímica Clínica e Hematologia

A província do Huambo assinalou, esta Terça-feira, 14 de Abril, um momento histórico para o sector da saúde, com o arranque oficial do Curso de Bioquímica Clínica e Hematologia, promovido pelo Ministério da Saúde de Angola, no âmbito do Projecto de Formação de Recursos Humanos em Saúde (PFRHS).
O curso conta com mais de 600 profissionais de saúde inscritos que, imediatamente após o acto inaugural, realizarão o teste de adesão e avaliação, etapa essencial para o ingresso formal na formação.
Na ocasião, foi sublinhado o papel estruturante do Executivo angolano na formação contínua de quadros, destacando-se a liderança de Sua Excelência a Ministra da Saúde, Dra. Sílvia Paula Valentim Lutucuta, enquanto promotora de uma política nacional de capacitação permanente dos profissionais de saúde.
A Ministra da Saúde tem reafirmado, em diferentes ocasiões públicas, que:
“O investimento nos recursos humanos é a base da transformação do sistema de saúde. Sem profissionais qualificados, não há qualidade assistencial nem sustentabilidade dos serviços.”
Esta visão está alinhada com a orientação superior do Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, que tem reiterado, em várias intervenções públicas, que:
“A aposta na ciência, na educação e na formação dos quadros nacionais é determinante para o desenvolvimento do país e para a melhoria das condições de vida dos angolanos.”
O Chefe de Estado tem igualmente sublinhado a prioridade do sector social e da saúde como pilares estratégicos do desenvolvimento nacional.
Na sua intervenção, o Director-Geral Adjunto do Instituto de Especialização em Saúde (IES), Dr. Eduardo Caiangula, destacou que o arranque deste curso representa um marco para o Sistema Nacional de Saúde.
O responsável sublinhou que a formação especializada em Bioquímica Clínica e Hematologia surge como resposta directa à necessidade de melhorar a qualidade, segurança e fiabilidade dos exames laboratoriais, contribuindo para:
* o reforço da capacidade de diagnóstico;
* o apoio à decisão médica;
* e a promoção de serviços de saúde mais eficientes e humanizados.

Acrescentou que esta iniciativa integra um programa nacional estruturado de formação de recursos humanos, com impacto directo na melhoria da assistência sanitária à população.
Por sua vez, o Director do Gabinete Provincial de Saúde do Huambo, Prof. Dr. Lucas Antônio Nhamba, destacou o carácter histórico do momento para a província, sublinhando que esta formação responde a uma expectativa há muito aguardada pelos profissionais de saúde:
“O Huambo vive hoje um momento de viragem. Esta formação vem responder a uma necessidade concreta do nosso sistema e representa um ganho real para a qualidade dos serviços prestados à população.”

O responsável referiu ainda que a província tem vindo a consolidar-se como um importante centro de formação, contando actualmente com números significativos de profissionais, incluindo mais de duas centenas de médicos e centenas de enfermeiros em diversas especialidades.
Reforçou ainda que o grande desafio do sector passa pela construção de equipas de saúde completas e integradas, afirmando que:
“Não basta termos médicos especialistas se não tivermos técnicos e enfermeiros igualmente preparados. A qualidade do sistema depende do equilíbrio e da integração de todos os profissionais.”
O Director do Gabinete Provincial de Saúde destacou igualmente a relevância estratégica da iniciativa para o fortalecimento dos serviços laboratoriais, enfatizando que:

“A área laboratorial é determinante para um diagnóstico preciso. Este curso vem elevar o padrão técnico dos nossos profissionais e reforçar a confiança nos resultados clínicos.”
O Coordenador e Gestor Técnico do PFRHS, Prof. Dr. Job Monteiro, apresentou a dimensão estratégica do programa, destacando que o Governo angolano assegurou, com apoio do Banco Mundial, um financiamento de cerca de 200 milhões de dólares para o reforço do capital humano no sector da saúde.
Segundo o responsável, o projecto tem como meta formar, até 2028, cerca de 38 mil profissionais de saúde, abrangendo médicos, enfermeiros e técnicos de diagnóstico e terapêutica.
Actualmente, o programa já acompanha mais de 15 mil profissionais em formação, tendo superado as metas iniciais. Só na área médica, já foram ultrapassados os 3 mil profissionais em especialização, enquanto na enfermagem prevê-se a formação de cerca de 18 mil quadros.
Relativamente aos técnicos de diagnóstico e terapêutica, destacou que esta é uma área prioritária, sendo fundamental para melhorar a qualidade dos serviços e apoiar o diagnóstico clínico.
Job Monteiro reforçou ainda que:
“Estamos a construir um sistema de formação robusto, alinhado com padrões internacionais, mas com forte implementação nacional, garantindo sustentabilidade e impacto directo no nosso sistema de saúde.”
Sublinhou igualmente a importância da ética, do compromisso e da humanização na formação, afirmando que a capacitação técnica deve estar acompanhada de valores profissionais sólidos.
Anunciou ainda que os formandos poderão beneficiar de bolsas internas, mantendo-se nos seus locais de trabalho, com subsídios adicionais para apoiar o processo formativo.
O Presidente do Instituto Superior Politécnico da Caála, Hélder Chipindo, destacou a importância da parceria com o PFRHS, sublinhando que a instituição dispõe de condições adequadas para acolher uma formação desta natureza:
“Estamos preparados para garantir um ambiente académico de qualidade, com condições técnicas e humanas que respondam às exigências deste programa estratégico.”
O evento contou ainda com a presença do Director do Hospital Geral do Huambo, Joaquim Isaac, além de especialista para bases de dados, Comunicação, Assistente de Aquisições e Administração, autoridades locais, docentes, estudantes e representantes institucionais.
Com o arranque deste curso, o Huambo reforça o seu posicionamento como um dos principais centros de formação em saúde em Angola, contribuindo para a melhoria dos serviços laboratoriais e para o fortalecimento do Sistema Nacional de Saúde.
A iniciativa representa um passo decisivo na construção de um sector mais qualificado, eficiente e preparado para responder às necessidades da população.

Unidade de Implementação do Projecto de Formação de Recursos Humanos em Saúde (UIP/PFRHS), Luanda, 14 de Abril de 2026

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL
Governo 14-04-2026
MINSA REFORÇA COMPETÊNCIAS DE INSPECTORES COM FORMAÇÃO ESPECIALIZADA EM PORTUGAL

O Ministério da Saúde (MINSA) deu início à formação de 19 inspectores angolanos em Direito da Saúde e Atividade Inspectiva, numa acção que decorre no Centro de Direito Biomédico da Universidade de Coimbra, em Portugal.

A iniciativa enquadra-se na estratégia de reforço institucional do Sector da saúde, com foco na melhoria da capacidade de fiscalização, supervisão e regulação dos serviços sanitários no país. A delegação integra inspectores, chefes de departamento, diretores de gabinete, técnicos e o Inspector-Geral, reunindo quadros com responsabilidades diretas na garantia da qualidade dos serviços de saúde.

Entre os participantes constam José Solino Joel, Joaquim Avelino Artur, Djamila Solange Ferreira Cavaleiro Príncipe, Engrácia Borges Fernandes Mouzinho, Justo Geraldo Lima, Paulina Ernesto, Nelma Nilsa André, Diogo Dala, Dulce Miguel Chingue, Filomena Martins Neto, Heunisa da Conceição Teixeira, Tatiana Rodrigues Neto, Inocêncio Feca Caunda, Moisés Pedro Z. Santos, Jaime David Muehombo, Ester Nacupia Calei, Lídia da Paz Miomex Ukuahamba, Arnaldo Dala André e António Pedro Dembele Galangunga.

A formação tem como objetivo central o fortalecimento das competências técnicas e jurídicas dos profissionais da inspeção, com vista a uma atuação mais rigorosa, ética e alinhada aos desafios contemporâneos do Sector.

Com esta acção, o MINSA pretende consolidar a capacidade técnico-jurídica dos seus quadros, assegurando maior eficácia no acompanhamento e controlo das unidades sanitárias, bem como na promoção de padrões elevados de qualidade na prestação de cuidados de saúde à população.

Fonte: DCI/MINSA

Fonte: GABINETE DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL

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